Sistema de free flow para pedágio sem cancela: acompanha o tráfego nos pórticos, cobra a tarifa de cada passagem e emite multa para quem não paga.
O problema
No pedágio sem cancela não existe barreira para reter o veículo: a passagem é lida e o dinheiro precisa ser cobrado depois. Isso transforma um problema de pista em um problema financeiro – cada passagem tem de virar cobrança rastreável, nota fiscal emitida, pagamento conciliado e, quando não é paga, autuação com respaldo. Erro nessa camada não é defeito de tela: é receita perdida ou multa indevida.
A arquitetura
O ciclo tem três estágios. O primeiro é a visão de tráfego: as passagens lidas nos pórticos são consolidadas para consulta e acompanhamento da operação. O segundo é a cobrança: cada passagem vira tarifa a cobrar do veículo, com emissão de nota fiscal eletrônica (NFe) e integração com o ERP corporativo e com integradores de meios de pagamento para receber e conciliar. O terceiro é a autuação: a passagem que não se converte em pagamento dentro da regra vira emissão de multa. O suporte de nível 3 (N3) fica exatamente sobre essa camada financeira, porque é onde a divergência aparece e onde ela precisa ser corrigida na origem, e não no dado.
O resultado
Sistema entregue para a AstraMobi cobrindo o ciclo completo do pedágio sem cancela – do tráfego lido na pista à multa emitida – conectado à emissão de NFe, ao ERP e aos integradores de pagamento da operação. Junto com a retaguarda de leitura de transponder (SLT), forma a plataforma de pedágio eletrônico do cliente.

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